DECÁLOGO DAS OFERENDAS
COMO PRÁTICA RELIGIOSA SUSTENTÁVEL

Instituto Cultural Carta Magna da Umbanda lança atualização do Projeto Decálogo das Oferendas na UERJ
O Instituto Cultural Carta Magna da Umbanda promove o lançamento da atualização e ampliação do Projeto Decálogo das Oferendas, iniciativa criada há 17 anos por cerca de 80 dirigentes espirituais, sob a coordenação da saudosa Lara Moutinho. O projeto nasce da necessidade urgente de dialogar com as religiões que utilizam a natureza em seus ritos e liturgias, chamando a atenção para os impactos ambientais causados pelos resíduos religiosos deixados em espaços naturais e propondo novas práticas mais conscientes, responsáveis e sustentáveis, sem romper com a tradição e a ancestralidade.



O primeiro passo para a atualização e ampliação do Decálogo foi dado durante Audiência Pública na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), realizada por meio do mandato do deputado estadual Carlos Minc, no dia 30 de setembro de 2024.
A atualização do projeto foi viabilizada pela Emenda Parlamentar nº 1347, de autoria do parlamentar, e contou com a parceria da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), por meio da Pró-Reitoria de Graduação e do Departamento de Orientação e Supervisão Pedagógica.Mais do que um documento orientador, o Decálogo das Oferendas se consolida como um chamado coletivo à responsabilidade ambiental, reafirmando que fé, espiritualidade e cuidado com a natureza caminham juntos. A iniciativa busca fortalecer o diálogo inter-religioso e aproximar as tradições religiosas das agendas contemporâneas de preservação ambiental, educação e políticas públicas, reconhecendo a natureza como espaço sagrado que deve ser respeitado e protegido.O evento de lançamento oficial da atualização e ampliação do Projeto Decálogo das Oferendas será realizado no dia 13 de março, às 16h30, na Capela Ecumênica da UERJ – Campus Maracanã.
O Instituto Cultural Carta Magna da Umbanda convida a imprensa, lideranças religiosas, representantes do poder público, pesquisadores e a sociedade civil a participarem deste momento simbólico e necessário, que reafirma o compromisso coletivo com a liberdade religiosa, a sustentabilidade e a preservação dos territórios naturais.

